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quinta-feira, 15 de junho de 2017
PREFEITO CARLINHOS BARROS AUTORIZA TRABALHO DE RECUPERAÇÃO NAS ESTRADA DE VARGEM GRANDE-MA
Na manhã desta quarta-feira (14) o prefeito de Vargem Grande José Carlos de Oliveira Barros, o Carlinhos Barros (PCdoB), autorizou os serviços de melhoramento das estradas vicinais que ligam o campo a sede do município. As máquinas que farão o trabalho já estavam presentes no local com o trabalho a todo vapor.
Participaram do lançamento das obras, além do prefeito, os secretários José Barros Filho (Infraestrutura e Obras), Olene Barros (Assistência Social) e Oneilson Sérgio (Comunicação), membros da secretaria de Infraestrutura, demais membros do governo e populares.
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| Prefeito Carlinhos Barros. |
Atualmente o município tem mapeados cerca de 700km em estradas e o planejamento do governo municipal é em melhorar 100% destas vias de ligação da zona rural. Segundo o secretário José Barros Filho, as prioridades serão as estradas que tem maior fluxo de veículos. "Vamos melhorar primeiro as estradas em que trafegam ônibus escolares, veículos que levam os profissionais da saúde e da educação, etc. Por esse motivo começaremos pela estrada da Bela Vista, que tem cerca de 26km de extensão e é uma das principais", disse.
Quanto as pontes, o secretário esclareceu que neste primeiro momento serão feitas reformas básicas. "Vamos recuperar aquelas que estão em péssimas condições, pois a intenção da prefeitura é em construir as novas pontes com trilhos de trem", completou.
Já o prefeito Carlinhos Barros explicou que a obra será feita com recursos próprios. "Todos os 700km previstos para serem melhorados serão executados com recursos próprios do município. Não tem previsão para encerrar, só vamos parar quando estivermos com todas as estradas em ótimas condições de trafegabilidade", completou.
Vale destacar que o município ainda está inadimplente perante os órgãos fiscalizadores devido à débitos deixado pela gestão anterior e não poderia conveniar com o governo estadual ou federal para a execução desta importante obra.
Mais fotos:
Seminário amplia debate sobre assistência técnica e extensão rural no Maranhão
Nesta terça-feira (13), o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (Cedrus) do Maranhão promoveu o seminário “Perspectivas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). O evento foi realizado nos dias 12 e 13 e aconteceu no auditório da Secretaria de Estado da Agricultura Familiar (SAF) e contou com a participação de representantes da sociedade civil organizada e setor público estadual e federal.
Durante todo o dia, representantes da sociedade civil organizada, setor público estadual e federal discutiram a execução de uma política de assistência técnica e extensão rural no Estado de forma sistematizada.
Para o secretário de Estado da Agricultura Familiar (SAF), Adelmo Soares, o seminário se configura como um importante marco para o trabalho pela agricultura familiar desenvolvido no Maranhão. “Hoje estamos discutindo a assistência técnica e extensão rural com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), que é uma agência reguladora deste importantíssimo serviço para a agricultura familiar e, dialogamos também com o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário (Cedrus), que é um conselho formado por 16 membros do poder público estadual e da sociedade civil organizada. Dessa forma, completamos o eixo de desenvolvimento da agricultura familiar no Maranhão por se tratar de um trabalho desenvolvido em parceria, poder público estadual, federal e sociedade civil organizada”, explica.
Representando a Anater, o diretor administrativo Ricardo Demicheli explica que o debate empreendido no seminário é extremante importante para discutir as dificuldades e definir estratégias para superá-las. “O Maranhão tem um número expressivo de agricultores familiares, uma grande diversidade na produção, pelas condições geográficas e variação de biomas, e precisa ter uma política firme e perspectivas bem definidas para a Ater. O seminário possibilitou reunir representantes dos diversos setores que cuidam da Ater voltada para a agricultura familiar, tanto pública quanto privada, que comungam com as políticas públicas de governo do Estado do Maranhão, todos com muita expectativa, preocupação e zelo com a causa. Para a Anater é importante fazer parte desse debate e nos comprometemos com a proposta de melhorar, de fato, o trabalho de Ater no Maranhão, aumentando e qualificando a abrangência dentro do Estado”, ressalta.
Wendell Lucena de Oliveira, delegado da Delegacia Federal do Desenvolvimento Agrário do Maranhão (DFDA-MA) da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), destaca que este é um momento importante para fortalecer as parcerias, “tanto em quantidade quanto em qualidade, para melhorar a Ater, além de gerar renda para o agricultor e para o Maranhão e reduzir o êxodo rural”, completa.
“Estamos trazendo a ANATER aqui no maranhão, neste primeiro seminário, para buscar aproximação, tanto na assistência técnica pública, por meio da AGERP, quanto na assistência técnica por meio de entidades da sociedade civil. O seminário foi uma demanda da sociedade civil que compõe o Cedrus, justamente porque o Conselho tem o papel preponderante de discutir, avaliar as políticas públicas do estado e acompanhas a execução”, pontuou Luciene Dias Figueiredo, secretária adjunta de Extrativismo, Povos e Comunidades Tradicionais da SAF e presidente do CEDRUS.
Além da troca de experiências com o relatos dos participantes, a programação do seminário inclui palestras com os temas “Política de Ater a partir da construção do Sistema Nacional de Ater”, pelo diretor administrativo da Anater, Ricardo Demicheli; “O papel do Condraf na execução da política Nacional de Ater”, pelo delegado federal da Sead, Wendell Lucena de Oliveira; “Ater Pública: Plano Estatual de Ater da Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural do Maranhão (Agerp)”, pelo presidente da Agerp, Júlio César Mendonça; e “Ater Privada: Situação das prestadoras de Ater da Sociedade Civil no Maranhão”, por um representante da Rede de Sistema Siscop de Assistência Técnica e Extensão Rural (Sisater). Após as apresentações foi realizado um debate aberto sobre os temas para a elaboração da Carta de Intenções com ações de Ater no Maranhão.
Nesta quarta-feira, 14, foi realizado treinamento para o acesso ao Sistema de Gestão de ATER -SGA da ANATER. Na oportunidade os participantes aprenderam a operacionalizar e acessar o Sistema de Credenciamento da ANATER.
domingo, 11 de junho de 2017
Beneficiados do programa Cheque Minha Casa podem fazer compras por Central Telefônica
Secretária Flávia Alexandrina reunida
com representante da empresa Cimento
Bravo.
com representante da empresa Cimento
Bravo.
As compras poderão ser feitas por meio da Central de Relacionamento
com o Cliente (0800 200 4000), facilitando a aquisição do material para o
beneficiário. Para realizar o pedido, no ato da ligação telefônica, o
beneficiário deverá estar com o cheque que será utilizado para a compra
do cimento, do documento de identidade e comprovante de residência. A
entrega do cheque à empresa só deve acontecer depois do recebimento do
material.
O Programa Cheque Minha Casa movimenta a economia, aquece o comércio
local e gera trabalho e renda. Executado pelo Governo do Estado, por
meio da Secid, tem como meta contemplar 4.000 mil famílias dos
municípios de São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.
O Cheque Minha Casa é um programa social baseado em compensação
tributária e o beneficiário não paga nada. Os cadastros dos
estabelecimentos de materiais de construção e acabamento são feitos no
site da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), no link sistemas1.sefaz.ma.gov.br/portalsefaz/jsp/principal/principal.jsf
“É um programa inovador no Maranhão que visa diminuir os déficits
habitacionais qualitativos e quantitativos do estado”, ressalta a
secretária de Estado de Cidades e Desenvolvimento Urbano, Flávia
Alexandrina.
Contemplados
No último mês de maio, mil pessoas foram beneficiadas pelo programa
‘Cheque Minha Casa’ e receberam os primeiros recursos que serão
utilizados para reformar, ampliar e melhorar seus lares. Na solenidade o
governador Flávio Dino anunciou o pagamento, em cheque, no valor de R$
2,5 mil, referente à primeira parcela do benefício, a moradores de São
José de Ribamar, Paço do Lumiar, Raposa e São Luís.
A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Estado de Cidades e
Desenvolvimento Urbano (Secid), garante a construção ou adequação de
residências, tendo como prioridade os idosos e pessoas com deficiência. A
meta do programa é executar as melhorias em quatro mil moradias.
O governador Flávio Dino explicou que o programa tem dois objetivos
bem claros: a reforma das casas e a movimentação do comércio local. “Na
hora em que os beneficiados pegam o cheque e seguem para o comércio eles
ajudam a gerar emprego. Porque o Brasil vive uma crise muito grande, e
os comércios estão vendendo pouco e demitindo muita gente. Esse programa
é um meio de combatermos o desemprego, que é um problema no Brasil
hoje”, destacou o governador. De acordo com ele, o ‘Cheque Minha Casa’ é
mais um programa do Governo do Estado que ajuda as pessoas e também a
geração de postos de trabalho. “Estou muito feliz de implantar mais esse
programa que é novo no Governo do Estado”, realçou Flávio Dino.
Do total de 52.461 pessoas inscritas foram avaliados pouco mais de
8,7 mil cadastros, destes, aproximados 55% eram idosos. A análise dos
cadastros ocorre desde fevereiro, com base nas determinações contidas em
lei estadual. Os selecionados passaram pela avaliação de documentos e
visita de equipe técnica às residências para avaliar a necessidade do
beneficiado, orientar e tirar dúvidas.
Segundo a secretária de Cidades, Flávio Alexandrina, a maior parte
das solicitações se refere às melhorias ou construções de banheiros,
principalmente para idosos. Em grande parte das solicitações são
residências que não possuíam banheiro e a construção vai refletir em
mais qualidade de vida para toda a família. Depois de executarem os
serviços, os beneficiados devem comprovar a aplicação dos valores em
acordo com o projeto apresentado, e então, recebe a segunda parcela dos
recursos, equivalente a R$ 2,5 mil.
Estímulo ao empresariado
Como incentivo, o Governo do Estado vai conceder às empresas desconto
no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
equivalente ao valor mensal deste imposto pago à Fazenda. “O programa
tem como foco melhorar as condições de moradia, diminuir o déficit
habitacional qualitativo e estimular a geração de emprego no setor de
comércio e serviços”, reforçou a secretária Flávia Alexandrina.
Governador entrega orla da praia do Araçagi e urbanização no Parque Vitória
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| Inauguração da primeira parte da revitalização da orla da Praia do Araçagi. |
Novos
investimentos realizados pelo Governo do Estado em São José de Ribamar
vão garantir dias melhores a quem mora ou busca lazer na cidade que
integra a Ilha de São Luís. Só na manhã de sábado (10), o governador
Flávio Dino realizou duas importantes agendas para o município, com a
inauguração da primeira parte da revitalização da orla da Praia do
Araçagi, seguida da entrega da recuperação de ruas e avenidas e a
urbanização de parte do canteiro central da Avenida Nossa Senhora da
Vitória, no Parque Vitória. Além disso, ainda foi anunciada mais uma
fase do programa Mais Asfalto para pavimentação de ruas e avenidas na
região metropolitana de São Luís.
O
governador Flavio Dino explica que diversos investimentos têm sido
feitos em parceria com as prefeituras para desenvolver ainda mais a
região metropolitana de São Luís, no que se inserem as obras
inauguradas. "Nós estamos implantado a região Metropolitana de São Luís e
com isso conseguimos, progressivamente, aproximar o Governo do Estado
das demandas das prefeituras. Temos alcançado estas demandas do dia a
dia do povo que aqui está, que aqui trabalha, que aqui reside e que aqui
busca lazer, e precisa destas tantas obras, como praça, asfalto,
mobilidade e drenagem. Os municípios fazem estas obras, mas o Governo
do Estado está aqui para unir os trabalhos, exemplo disso, é o que
estamos fazendo com a Prefeitura de São José de Ribamar, e, assim, os
resultados aparecem muito mais. Esta inauguração de hoje é uma das obras
e teremos muitas mais no região metropolitana do estado", adiantou o
governador.
Na
Praia do Araçagi os serviços, executados pela Secretaria de Estado de
Infraestrutura em parceria com a prefeitura de São José de Ribamar,
foram divididos em quatro etapas.
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| Parque Vitória. |
Esta
primeira, já entregue, contou com a construção do calçamento de 300
metros, estacionamento, ciclovia, acessibilidade de passeio com rampas
para pessoas com deficiência, via de trânsito com sentido duplo,
contenção da maré, iluminação e paisagismo com conservação de espécies
em nativa. Nas outras etapas serão feitos 1.500 metros de calçadão,
pista de cooper, área para ciclismo e novos espaços de convivência com a
construção de praças, ampliando os ambientes de lazer.
Para
a entrega da revitalização da área do Parque Vitória, o governador foi
recebido com festa pela população. O Boi Novilho Branco fez as honras,
abrilhantando com graça e alegria o novo espaço. Foi gente como seu
Cesar França, 59 anos, que mora desde a fundação no bairro, há 25 anos,
"muito bom para a população, melhoria para a população, para as crianças
brincar, para os velhos fazerem exercício, melhorou a buraqueira e com
as galerias que fizeram o Parque Vitoria está de parabéns", opinou.
No
Parque Vitória, as equipes da Sinfra realizaram os serviços de
terraplanagem, pavimentação asfáltica, tapa-buraco, drenagem superficial
e profunda, além de sarjetas e meio-fio nas ruas A, H, 7 e rua Maria de
Fátima Figueiredo e nas avenidas 2 e principal. Foram mais de oito mil
metros de extensão de obra.
A
Avenida Nossa Senhora da Vitória, principal rota do bairro, também
ganhou uma academia da saúde ao ar livre. "Nós tivemos a entrega desta
importante etapa de requalificação da via principal do Parque Vitória,
uma via importante para esse bairro e para os bairros vizinhos. Nós
fizemos um grande trabalho de drenagem profunda para dar durabilidade a
esta obra. Investimos aqui mais de R$ 3 milhões e já anuncio a segunda
etapa de obras também nesta região na ordem de R$ 10 milhões”, afirmou
Flávio Dino.
Parceria
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| Parceria entre Governo e Prefeitura. |
Ao
conjunto de ações e investimentos já realizados em São José de Ribamar,
o prefeito da cidade, Luís Fernando, destacou a importância da gestão
articulada com a esfera estadual e municipal, ressaltando o cuidado que o
Governo tem tido em garantir qualidade de vida à população da cidade.
"Um Governo tem que ter sensibilidade e é o que a atual gestão demonstra
a cada dia. São José de Ribamar agradece às parcerias que tem sido
feitas pelo Governo Flávio Dino e a administração municipal. Nós,
ribamarenses, jamais esqueceremos esta qualidade do Governo, que é de
governar junto aos municípios, de governar para o bem das pessoas",
falou o prefeito Luís Fernando.
Governador do Maranhão - disponibiliza empréstimos de até R$ 20 mil sem juros
Os micro e pequenos negócios estão entre os que mais contratam e são
de grande importância para manter a economia das cidades em movimento,
avaliou o secretário de Governo (Segov), Antônio Nunes. “Esse programa
foi pensado justamente para estimular esse segmento do ramo empresarial e
garantir que permaneçam em atividade, além de se sentirem mais
confiantes para investir em seus negócios e realizar contratações”,
exemplificou o titular da Segov.
Microempreendedores individuais (MEI) de todo o Maranhão podem se
cadastrar nas agências do Banco do Brasil, até dia 30 de novembro. O
Maranhão Juros Zero vem atender apelo da classe microempresarial pela
abertura de mais condições de negócios, tendo o Governo como
incentivador e apoiador. “É uma medida concreta que vai impactar
diretamente no setor e fazer com que o empresário possa, de fato,
promover a melhoria em seus negócios. Esperamos muitas adesões a esse
programa de estímulo aos pequenos negócios”, enfatizou Antônio Nunes.
Até o momento, quatro empresas já obtiveram a concessão do crédito.
Funcionamento
Para aderir ao programa, o interessado deve procurar qualquer agência
do Banco do Brasil e fazer o empréstimo indicando o programa estadual. O
empresário vai assinar Termo de Adesão ao Programa, autorizando o banco
a disponibilizar para o Governo informações da operação contratada. A
partir daí, o empreendedor será submetido às análises da instituição
financeira para que seja confirmado o crédito.
Valor total, quantidade de parcelas, prazo de pagamento e outras
questões afins serão definidas pelo banco. “Os que obtiverem o
empréstimo com a instituição parceria do programa não pagarão juros
algum, desde que cumpram os prazos de pagamento. Ao Governo, caberá
quitar estes juros”, reitera o secretário.
A devolução dos juros será feita com depósito em conta de livre
movimentação que a empresa detenha na instituição financeira. O valor do
empréstimo deve ser investido na ampliação dos negócios, aquisição de
equipamentos, formação de capital de giro ou para sanar deficiências de
caixa. A fim de possibilitar que microempreendedores de todas as regiões
do estado possam participar, o Governo distribuiu os recursos do
programa entre as 21 microrregiões do Estado, mapeadas pelo Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para a divisão do recurso foi considerado proporcionalmente ao número
de empresas com cadastro ativo registradas nos municípios que compõem
cada microrregião. O Governo do Estado investiu R$ 5 milhões para serem
utilizados no pagamento dos juros, por empréstimos de valor total de até
R$ 92 milhões, por meio de aproximadamente 18,5 mil operações de
crédito a serem realizadas pelo programa.
Quem pode participar?
Microempresários ou proprietários de empresas de pequeno porte, com faturamento anual de até 3,6 milhões
Microempresários ou proprietários de empresas de pequeno porte, com faturamento anual de até 3,6 milhões
Qual a vantagem para quem participa?
Quem aderir ao programa poderá solicitar empréstimo de até R$ 20 mil e a cada pagamento das parcelas dentro do prazo, os juros serão imediatamente devolvidos
Quem aderir ao programa poderá solicitar empréstimo de até R$ 20 mil e a cada pagamento das parcelas dentro do prazo, os juros serão imediatamente devolvidos
Como o interessado pode conseguir o empréstimo?
Basta procurar as agências do Banco do Brasil e requerer o financiamento. Caso o interessado não possua conta corrente de pessoa jurídica, basta requerê-la munido de documentação comprobatória.
Basta procurar as agências do Banco do Brasil e requerer o financiamento. Caso o interessado não possua conta corrente de pessoa jurídica, basta requerê-la munido de documentação comprobatória.
R7 Debate: cassação de chapa Dilma-Temer causaria “grande transtorno” à Justiça Eleitoral
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu na sexta-feira (9) absolver
a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, vencedora nas eleições
presidenciais de 2014, dos crimes de abuso de poder econômico e político
supostamente cometidos durante o pleito. O R7 debateu com o advogado e
professor de direito eleitoral Tony Chalita sobre a principal
divergência do julgamento. Afinal, por que não incluir como provas as
delações da Odebrecht e os depoimentos dos marqueteiros João Santana e
Mônica Moura, que sustentariam o entendimento de caixa 2 e poderiam
levar à cassação da chapa?
— Do ponto de vista da moral, [a cassação] é o que o Brasil está
querendo de resposta. Do ponto de vista jurídico, nós causaríamos um
grande transtorno para a Justiça Eleitoral para o futuro. Por quê? O
alargamento dessas provas pode gerar uma instabilidade futura na
utilização dessas duas ações: a impugnação ao mandato eletivo e a ação
de investigação judicial eleitoral.
De acordo com Chalita, o entendimento do tribunal foi o de que a
discussão da ação se baseia exclusivamente na utilização de recursos
advindos de propina através de caixa 1, que era o que estava escrito
inicial na ação proposta pela chapa perdedora, formada por Aécio Neves
(PSDB-MG) e Aloysio Nunes (PSDB-SP).
— Os autos do processo foram claros em dizer que houve dinheiro de
propina advindo de caixa 1. A história do caixa 2 veio depois, com as
delações da Odebrecht.
Chalita explica que a grande preocupação da Justiça Eleitoral em situações como essa é “garantir a estabilidade do cargo”.
— O risco que nós temos é bem objetivo. Imaginemos que um prefeito é
eleito, passa a data da diplomação, ele assume, e o seu principal
concorrente propõe uma ação eleitoral para investigação ou impugnação ao
mandato. (...) Com a possibilidade de juntar provas no decorrer do
mandato, a gente gera um grande caos em que o prefeito não vai ter
governabilidade, o governador não vai conseguir exercer seu mandato, ele
vai ficar o tempo todo preocupado em se defender. Esse é o risco, essa é
a preocupação que o tribunal tem colocado para compreender que não deve
juntar as provas da Odebrecht. Esse é o ponto central.
O entendimento que prevaleceu no tribunal, portanto, foi o de que não se
estava analisando o caixa 2, mas o que estava proposto inicialmente na
ação.
— Do ponto de vista jurídico, o entendimento é o de que nos restringimos a decidir conforme o que está nos autos do processo.
E qual era o outro entendimento?
Esse entendimento, contudo, não foi unânime. Votaram por ele os ministro
Gilmar Mendes, Napoleão Maia Nunes e os recém indicados por Temer
Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira. Já os ministros Rosa Weber, Luiz Fux e
Herman Benjamin (relator do processo) tiveram outro entendimento.
O ministro Herman Benjamin compreendeu que “como a [ação] inicial fala
das empresas envolvidas com a Lava Jato, ele deveria ir um pouco mais
fundo”.
— Pra isso ele usou o código de processo civil, que diz que o juiz pode
ir além dos fatos previstos na inicial, (...) podendo ir atrás de
elementos que o convença de sua decisão, e também se baseou na Lei
64/90, que é a lei da inelegibilidade, que garante a possibilidade do
julgador também ir além nas provas.
Essa visão, no entanto, saiu derrotada após quatro dias de julgamento.
— O juiz Herman Benjamin traz elementos muito fortes, a partir daquele
momento que eles chamam de “pós-Odebrecht”, para condenação da chapa.
Com a tendência de quatro ministros de não aceitar essas provas, [isso]
fez com que ele tivesse feito uma leitura exaustiva de quase todo o
voto, detalhando ponto a ponto, demonstrando a existência de
transferências bancárias, de irregularidades, e além da utilização de
dinheiro de propina advindo de caixa 1, também de caixa 2. Ele quis se
cercar de todos os elementos possíveis, para demonstrar que o voto dele é
substancioso e tem base legal para isso.
Em razão disso, Chalita admite que, para a sociedade, “ficará esta marca de que o Tribunal Superior Eleitoral foi conivente”.
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